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dezembro 26th, 2012

Resíduos em Serviço de Saúde

novembro 9th, 2012

Sólidos Hospitalares ou “LIXO HOSPITALAR”, configura-se como uma problemática ainda com poucas soluções devido à periculosidade de seus resíduos e pelas características físicas e químicas, as quais se constituem um problema bastante sério para os Administradores Hospitalares, principalmente quanto à falta de informações a respeito desse processo .
O lixo hospitalar é o que resulta da manipulação em hospitais e clínicas. É formado em sua maioria por materiais descartáveis, cateteres, restos de alimentos, limpeza de salas de cirurgia e curativos, peças anatômicas, substâncias químicas em geral.
Esse lixo pode estar contaminado com micro-organismos causadores de doenças, e por isso representa um grande perigo à saúde das pessoas e ao meio ambiente, sendo este é classificado em grupos:

Grupo A (Risco biológico) – engloba os componentes com possível presença de agentes biológicos que, por suas características de maior virulência ou concentração, podem apresentar riscos de infecção. Exemplos: placas e lâminas de laboratório, carcaças, peças anatômicas (membros), tecidos, bolsas transfusionais contendo sangue, dentre outras. Deve ser acondicionado em saco plástico branco leitoso, resistente, impermeável.
Os resíduos do grupo A são identificados pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos.

Destino final: grupo A incinerados.

Grupo B (Risco químico) – contém substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade. Ex: medicamentos apreendidos, reagentes de laboratório, resíduos contendo metais pesados, dentre outros. Devem ser acondicionados com sua embalagem original, dentro de recipiente inquebrável, envolvido por um saco.
Os resíduos do grupo B são identificados através do símbolo de risco associado e com discriminação de substância química e frases de risco.

Destino final: Grupo B devolvido ao fabricante.

Grupo C (Rejeitos radioativos) – quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de eliminação especificados nas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN, como, por exemplo, serviços de medicina nuclear e radioterapia etc. Deverão ser acondicionados em recipientes blindados.
Os rejeitos do grupo C são representados pelo símbolo internacional de presença de radiação ionizante (trifólio de cor magenta) em rótulos de fundo amarelo e contornos pretos, acrescido da expressão MATERIAL RADIOATIVO.

Destino final: Grupo C devolvido ao fabricante .

Grupo D (Resíduo comum) – não apresentam risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. Ex: sobras de alimentos e do preparo de alimentos, resíduos das áreas administrativas etc.
Os resíduos do grupo D podem ser destinados à reciclagem ou à reutilização. Quando adotada a reciclagem, sua identificação deve ser feita nos recipientes e nos abrigos de guarda de recipientes, usando código de cores e suas correspondentes nomeações, baseadas na Resolução CONAMA no 275/01, e símbolos de tipo de material reciclável. Para os demais resíduos do grupo D deve ser utilizada a cor cinza ou preta nos recipientes. Pode ser seguida de cor determinada pela Prefeitura. Caso não exista processo de segregação para reciclagem, não há exigência para a padronização de cor destes recipientes.

Destino final: Grupo D reciclados, reutilizados ou aterrado.

Grupo E (Perfuro cortante) – materiais perfuro cortantes ou escarificantes, tais como lâminas de barbear, agulhas, ampolas de vidro, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas, espátulas e outros similares. Acondicionados em recipientes rígidos preenchidos somente ate 2/3 de sua capacidade.
Os produtos do grupo E são identificados pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos, acrescido da inscrição de RESÍDUO PERFUROCORTANTE, indicando o risco que apresenta o resíduo.

Destino final: Grupo E incinerados.

O transporte dos resíduos deverá ocorrer em horários e percursos planejados, evitando assim a coincidência com fluxos de roupa limpa, medicamentos, alimentos e outros materiais e locais de grande circulação de pessoas.
O transporte dos resíduos será efetuado de duas maneiras: manualmente, utilizando
recipientes que não excedam 20 (vinte) litros de capacidade ou, através de carrinhos
fechados especiais de coleta. A tarefa de coleta será executada por funcionários designados pelo Serviço de Limpeza e estes deverão estar utilizando os devidos EPI’s compatíveis com a atividade.

A incineração sendo um processo termoquímico que visa à diminuição do volume do lixo, tendo menor índice da toxidade para os seres vivos e o meio ambiente, este processo é indicado pela Organização Mundial de Saúde – OMS, ser atrelado à indústria como mecanismo de reduzir impactos da Emissão de Gases do Efeito Estufa – GEE . Existindo ainda alternativas para utilizar o lixo hospitalar como combustível para caldeiras da indústria siderúrgica, sendo tomadas as devidas precauções de isolamento do material queimado daquele que está sendo produzido. Desde que o lixo fique adequadamente confinado no incinerador e sem contato com os elementos que estão sofrendo o beneficiamento industrial, sua utilização pode ser considerada como ferramenta importante na geração de energia e de sustentabilidade, uma vez que outros combustíveis serão poupados e o impacto ambiental será reduzido.
É importante ressaltar que embora a legislação ambiental exija a adequação ao tratamento do lixo, hospitais públicos e privados têm negligenciado as determinações.
Dados do IBGE apontam para um descaso com a saúde pública e com o meio ambiente, neste sentido uma estimativa atual considera que 20% do lixo hospitalar sejam coletados, tratados e incinerados, enquanto os 80% restantes sejam incinerados através de fogueiras artesanais a céu-aberto, jogados em aterros, lixões, valas sépticas como se fosse lixo comum (IBGE, 2010).
Significando que o lixo produzido nos hospitais acaba retornando para a sociedade através da contaminação do solo e da água pelo chorume, através da contaminação direta entre os moradores e usuários dos aterros, na tentativa de aproveitar aquilo que desconhecem como lixo, acabam por adquirir doenças com alto grau de resistência, que são especificidades dos resíduos hospitalares.

Texto das alunas de Enfermagem: Cleia Márcia Alves dos Santos e Heloísa Helena Braga Teixeira Martins.

Nutrição e sustentabilidade: Agroecologia como nova estratégia para a promoção da saúde coletiva

novembro 9th, 2012

O início do que se pode chamar de Promoção da Saúde deu-se na década de 1970 no Canadá com a análise das principais causas determinantes da morbidade e mortalidade no país e como tais causas influenciavam a saúde da população. Atualmente, o que se tem sobre ideário de Promoção da Saúde pode ser percebido como um processo orientado por uma visão de saúde que considera as diversas causas saúde-doença a partir de valores éticos, participação popular, equidade, práticas intersetoriais e promoção da sustentabilidade, assim sendo, a saúde é percebida como produto de diversos fatores (ambiental, físico, social, político, econômico e cultural) relacionados com a qualidade de vida.
Neste contexto, a Agroecologia aparece atualmente como estratégia Sustentável características nutricionais em relação á Promoção da Saúde coletiva. A Agroecologia é caracterizada como um movimento sociopolítico de fortalecimento do agricultor em busca de sua identidade e raízes culturais, mais do que tratar do manejo ecologicamente responsável dos recursos pode-se usar o termo “Agricultura Ecológica” para se referir à ela. Neste contexto os alimentos produzidos por meio deste padrão são chamados de “alimentos ecológicos”, sendo que ecológicos ou orgânicos, são termos que podem ser usados para a mesma ideia.
A Agroecologia sustenta o conceito de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) do Brasil, que é definido como “a realização do direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base práticas promotoras de saúde, que respeitem a diversidade cultural e que sejam social econômica e ambientalmente sustentáveis”(CONSEA, 2007). Entre as diretrizes da SAN aparece a conservação da biodiversidade e a utilização sustentável dos recursos no processo de produção de alimentos, a promoção da agricultura familiar e das práticas de Agroecologia.
Segundo Elaine de Azevedo e Maria Focesi Policioni, a agroecologia é uma produção de alimentos saudáveis que dialoga com várias outras áreas e dá autonomia e melhores condições socioeconômicas para o agricultor, a agroecologia é a promoção da saúde e pode enriquecer a discussão da saúde rural e a concepção das políticas publicas.
A alimentação pode ser vista sob diferentes aspectos. Um deles é o aspecto econômico que está relacionado á distribuição dos alimentos, ao preço deles, aos hábitos alimentares e á renda familiar, outro aspecto é o nutricional referente aos nutrientes dos alimentos, quando há carência desses nutrientes, a qual influencia na relação saúde e doença, trata-se do aspecto social, ou seja, verifica-se a situação social do indivíduo, o estilo de vida, considerando o aspecto cultural que dita as preferências, as tradições alimentares, repulsões, ritos e tabus. A Agroecologia, por se tratar de uma agricultura sustentável e ecológica ou orgânica, encaixa-se favoravelmente com os aspectos citados visando uma melhor distribuição dos alimentos, desde que tenham qualidade e mantenham as tradições de uma sociedade.
Entre as grandes vantagens da produção agroecológica ou orgânica está o fato dos vegetais serem mais nutritivos e saudáveis, não conter resíduos químicos tóxicos e contribuir para melhorar a qualidade do solo, água e do ar. Vários são os benefícios oferecidos pelos produtos agroecológicos: a melhoria de renda para agricultura familiar (fator econômico), a preservação da natureza e harmonia social (fator socioambiental), a maior qualidade no sabor e seu valor nutricional elevado (fator nutricional), a promoção da qualidade de vida, tanto para quem produz como para quem consome (fatores nutricional e social).
A proposta de perceber Agroecologia como estratégia Sustentável de promoção da saúde deve ser também considerada, uma vez que o padrão agropecuário brasileiro moderno é um dos elementos de maior interferência no equilíbrio do meio ambiente e interfere diretamente na Saúde coletiva. Considerando o Brasil como um país de base agrícola, o meio rural e a agricultura são atividades primárias essenciais, repercutem nas condições de vida da população e configuram-se como estratégia para fortalecer as propostas de segurança alimentar e de promoção da saúde e da sustentabilidade, daí a importância de fortalecer a agroecologia como conceito e prática para uma vida sustentável.

Texto de autoria das alunas do curso de Nutrição: Poliana Lacerda Maciel da Mata, Tatiane Calado de Avelar, Thays Mendes, Tamara Figueiredo da Silva e Valéria Hemsing Dornelas

Reiki, um elo de amor.

outubro 30th, 2012

Nas fronteiras do poético e da filosofia.

outubro 23rd, 2012

Tempo! (…) Tempo? (…) Tempos.

…e o tempo do homem comendo o tempo do homem.

Nossa! Hoje o tempo está contra mim. Estou sem tempo para nada! Parece que eu não consigo acompanhar o tempo. (…) Espera aí! (…) Tempo? (…) Nossa! Há quanto tempo eu não paro para pensar sobre o tempo! (…) Êpa! Tempo ou tempos? É! Porque uma coisa é o tempo que é tempo mesmo, por onde todos os tempos passam. Outra coisa é o meu tempo. (…) Vamos explicar melhor: O tempo que não é meu, logo, não sou eu, é o tempo para todos os tempos, é o tempo por onde todos os tempos se tornam tempo e em algum tempo a frente deixará de ser tempo. Ele é linear. Já o meu tempo não. (…) Tá! Tá! Tá bom! Nos últimos tempos, meu tempo, que sou eu, também se tornou linear. Mas é só nos últimos tempos, hein?! Afinal, o que eu posso fazer se eu não tenho tempo? Não é mesmo tempo? (…) Oh, vamos nos distinguir. É melhor! (…) Pensemos: Se você, tempo, é linear, aquele imponente, que não depende de nenhum tempo justamente porque é você quem dá e toma o tempo dos tempos, então você é o 1º tempo . E já que você é o 1º tempo, então digamos que eu sou o 2º tempo . Tá bom assim pra você, tempo? Quero dizer, 1º tempo. Se você já existia antes que eu tivesse tempo, e ficará aqui do mesmo jeito, depois que eu me perder no tempo, então você deve ser o 1º tempo e eu o 2º tempo. É justo. (…) Ah seu 1º tempo danado! Bem que eu queria ter tempo para aprender com você como dar tempo ao tempo. Você parece ser tão perfeito 1º tempo! Enquanto eu, não sou nada além de um 2º tempo que perpassa em você. Se eu perpassar devagar ou acelerado na linha do 1º tempo, importa só a mim, um simples e humilde 2º tempo. Ou seja, se eu acompanhar o 1º tempo, bem, se não, amém. E pra ser sincero, eu nem sei bem quem é o 2º tempo. Sei falar mais do 1º tempo do que de mim mesmo. (…) Porque será, hein 1º tempo? E porque eu não tenho tempo para pensar sobre o 2º tempo? (…) Não! (…) Espera um tempinho aí, ô 1º tempo. (…) Ah! Uma coisa eu sei do 2º tempo, 1º tempo. Eu sei que às vezes ele me incomoda muito. É um tempo que me obriga a correr contra o tempo. (…) É! É isso mesmo! O 2º tempo é um tempo sem tempo Sr. 1º tempo. (…) Por que o 2º tempo não tem tempo Sr. 1º tempo? Você que é um tempo tão grandioso, porque não me dá um pouco do seu tempo? (…) Ah não! Espera aí só mais um tempinho 1º tempo? (…) Nossa! Que bobagem! O 2º tempo tem tempo sim, pois, do contrário, não haveria o 2º tempo. (…) Estou certo, não estou 1º tempo? (…) Ai! (…) É isso que dá pensar sobre o tempo sem ter tempo. Não é mesmo 1º tempo? (…) Mas, afinal, e esse incômodo que o 2º tempo tem? O que é 1º tempo? Responda-me, por favor! Se puder responder, poderia ser mais rápido? É que eu não tenho muito tempo. (…) Espera aí, 1º tempo! (…) Porque o 2º tempo nunca tem tempo? (…) Ah, seu 1º tempo danado! Você me deu um tempinho para eu encontrar a resposta, né?! Acho que percebi. (…) Tem outro tempo, um 3º tempo , que me empurra para frente o tempo todo. Esse 3º tempo não me deixa perceber o tempo. Nem o tempo antigo; nem o tempo presente; nem o tempo futuro; nem a soma desses tempos, que seriam você, 1º tempo. (…) Mas espere aí! (…) O 3º tempo não permite o 2º tempo perceber nem mesmo o próprio 2º tempo. (…) Esse 3º tempo mente para mim o tempo todo. (…) Nossa! Como pode?! (…) Mas espera um tempinho aí! Tem algo a mais! (…) Agora que eu estou percebendo outra coisa. (…) O 3º tempo não me deixa perceber claramente nem mesmo ele, o próprio 3º tempo! Agora que eu tô começando a entender. (…) Mas espere mais um tempinho. (…) Deixe-me pensar um pouco mais. (…) O 2º tempo ainda está incomodado com algo. O que é 1º tempo? Responda-me você, quem posso confiar. (…) Ai! 1º tempo me ajude! (…) Tá bom! Pode ser com um tempinho. (…) E você 3º tempo, quem é você? Eu sou o 2º tempo, prazer! (…) Espere um tempinho aí. (…) Ah! Agora que eu tô entendendo esse tal de 3º tempo. (…) Além de me tomar o meu tempo para não entender você, 1º tempo, o 3º tempo controla o 2º tempo em tudo. (…) Em tudo mesmo, 1º tempo! Você acredita? (…) Porque você me toma meu tempo, 3º tempo? (…) Porque você me engana o tempo todo a respeito do 1º tempo? (…) E sobre o 2º tempo também. (…) Você precisa do 2º tempo para ter tempo? O meu tempo te sustenta de tempo? Se você não tiver o 2º tempo, você se perderá no 1º tempo? (…) Ah! É isso! (…) Você é concorrente do 1º tempo. Você tem inveja do 1º tempo. Como você não pode roubar o tempo do 1º tempo, então você toma os tempos do 1º tempo. Inclusive o 2º tempo aqui. É! Inclusive eu. (…) Ai! Como é que pode uma coisa dessas?! Agora tô percebendo outro incômodo! (…) Ai! Ai! Ai! O que é? Já foi tão difícil descobrir o primeiro, agora me aparece mais um desconforto. (…) Ah! Eu sei o que é. (…) Eu deixei de ser o 2º tempo. Eu num tô acreditando nisso. Como pode?! (…) Ô 1º tempo, você acredita que o 3º tempo tomou o tempo do 2º tempo e deu a uma cópia do 2º tempo? Pior ainda, 1º tempo, o 3º tempo me abafou dentro desse 2º tempo clone. (…) Que tempo ocorreu isso que o 2º tempo real não percebeu nada? Que horror! (…) Agora eu estou entendo tudo. Agora eu sou um 4º tempo. (…) É isso mesmo, 1º tempo. O 2º tempo é escravo do 3º tempo. (…) E eu, o 4º tempo, estou abafado, recalcado dentro do 2º tempo. (…) Nossa! (…) Preciso de um tempo para me recuperar desse trauma. (…) Isso é demais para mim! (…) Isso é muito devastador para o meu pequeno ser! (…) Que 3º tempo mau! Que 3º tempo mau! (…) Que 2º tempo idiota! Oh! Quero dizer, que 4º tempo idiota! (…) É por isso que o 4º tempo não tem tempo para pensar sobre o 1º tempo. É que o tempo que o 4º tempo deveria ter, o 3º tempo tomou do 4º tempo e deu para o 2º tempo. (…) É isso mesmo! (…) O 2º tempo utiliza o tempo do 4º tempo em função do 3º tempo. (…) Será que o 4º tempo ainda tem tempo para correr atrás do tempo perdido? (…) E tomar o tempo do 2º tempo que pertence ao 4º tempo? (…) Ai! Eu não aguento mais ficar preso aqui dentro do 2º tempo. (…) Eu preciso de tempo! Eu preciso do 1º tempo! (…) Nossa! 1º tempo, eu preciso pedir desculpas a você. Será que eu ainda tenho tempo para isso? (…) Desculpe-me por acreditar mais no 3º tempo, quase o tempo todo, mesmo achando que eu estava acreditando em você, 1º tempo. (…) Esse tempo todo achando que você é um tempo arrogante, que não ligava para o 2º tempo, que agora é 4º tempo. (…) E agora percebo nitidamente que você é e sempre será o mesmo tempo. É o tempo que me deu o meu tempo e me dá oportunidade o tempo todo de enriquecer de tempo. (…) E eu não aproveitei nada durante esse tempo todo. (…) Como pude ser tão ingênuo? (…) Parece que agora só me restam essas lágrimas que escorrem incessantemente pelo meu rosto. (…) Ai, tá tão difícil pensar nisso! Parece ser algo além do meu tempo. (…) Oh! Sabe de uma coisa? (…) Vou parar de pensar sobre o 1º tempo, sobre o 2º tempo, sobre o 3º tempo e sobre o 4º tempo. (…) Não tenho mais tempo para isso. (…) Aliás, eu não quero mais ter tempo para pensar nisso. (…) 1º tempo, me faça um favor: não me dê tempo mais. Não quero pensar sobre tantos tempos. Isso dói muito! Isso dói muito mesmo! (…) Acabei descobrindo que sou um tempo que perdeu seu tempo em função de outros tempos. Parece até, que sou um 5º tempo: um tempo passado; um tempo que já se foi; um tempo que não existe mais. (…) É! É isso mesmo. Eu não existo mais.

Texto do Aluno Haroldo Eugênio Rodrigues de Souza – 2º Período de Psicologia.

Mostre que você é capaz.

outubro 19th, 2012

Parabéns Formandos

agosto 16th, 2012

Volta às aulas

julho 19th, 2012

IV Conferência Acadêmica de Saúde e II Congresso Regional da Saúde

julho 13th, 2012

Aprovados Vestibular 2012 – 2º Semestre

julho 2nd, 2012